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Renovação Direta
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Renovação Direta
Imagens manipuladas digitalmente, exclusivamente para fins didáticos.

Visa substituir uma espécie ou cultivar por outra forrageira diretamente, ou seja, sem utilizar uma cultura agrícola ou pastagem anual intermediária (como se faz na ILP), o que aumenta muito os custos de produção. Baseia-se, em tratos mecânicos e químicos para o controle da espécie que se quer erradicar e, em seguida, se faz o plantio da nova espécie ou cultivar forrageira quando a pastagem degradada estiver nos estágios mais avançados de degradação (Degradação Intermediária ou Severa). Assim, apesar de ser muito utilizada, tem retorno econômico lento.

Recomenda-se

Realizar análise do solo e, se necessário, aplicação de calcário, de gesso agrícola, adubação nitrogenada (ureia ou similar) e/ou adubação corretiva (N, P, K e S); aplicação de herbicidas dessecantes para controle químico de invasoras ou com equipamentos mecânicos (rolo-faca, roçadeira, subsolador, mata-broto) ou adotar preparo do solo com gradagem leve para destruição parcial da biomassa forrageira e/ou para descompactar o solo; subsolagem se houver compactação do solo; não havendo compactação, pode-se utilizar Sistema Plantio Direto com uma plantadeira apropriada; pode-se efetuar simultaneamente a adubação e a semeadura de sementes da nova espécie ou cultivar da forrageira, assegurando-se do efetivo enterrio das sementes.

Observação

Alguns produtores rurais utilizam, por diferentes motivos, a Renovação Direta em diferentes estágios de degradação, tanto iniciais como avançados. Porém, esta estratégia tem custos elevados (preparo do solo, sementes novas e outros insumos) e com amortização de longo prazo se explorada somente com a atividade de pecuária, o que a torna a menos atrativa para renovação de pastagens.